Para hoje, um poema
cheio de luta, esperança e
superação
que traga em si as memórias das
dores
mas também a sensação terna, sobre
elas, da vitória.
Um poema meio sem jeito
que vai nascendo com o novo ano
no vislumbre das novas
possibilidades
e também da manutenção das positivas
nem tão novas assim.
Um poema de fogueira
que queime todo o passado falido
fazendo luz laranjada e
esquentando a noite
de quem precisa, nele, apenas se
consolar.
Um poema de amor e carinho
de encontro e desejo amistoso
e, por que não, sexual, aos que,
solitários ou não,
na virada, pedem simplesmente companhia.
Um poema que vai se acabando,
sem fogos, porque, hoje, merecemos
silêncio quente
de abraço, compreensão e transparência
para que a paz reine em nosso
primeiro sono novo.
Gabriela Maria.

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