O dia termina em autoconhecimento. Hora de esvaziar o balão da sensibilidade. Falar sobre vínculos que se respeitam em seus limites; não se estreitam, nem se atravessam. São o que dão conta de ser. Para engrenar-se sem fissurar-se. Não ser o outro é solitário. Ser o outro é assustador. Realizar o impossível. Voltar a si. Adoecer. Curar-se. Conhecer o caminho de ida e volta. Trilhar o caminho para ida e volta. Em espiral. Crescer. Como um balão sensível. Em pensamentos fraturados. De amor. De paixão. De sexo. É sobre repetir-se. É sobre não ser suficiente. É sobre exceder circunscrições. Levar a regressão ao ato. Transbordar para dentro. Tocar o sagrado interno, que é sagrado universal. Agradecer, mesmo achando pouco. Controverter-se. Ingratidão. Culpa. Redenção. Escrever é dormir para buscar novo dia. As novas ideias. Os novos caminhos. Novos desfechos. Para novos recomeços, encerro. Porém, não enterro.
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