Quando a saúde emocional aqui transborda, dá vontade de gritar ao mundo o quanto se batalhou, quantas pedras pelo caminho foram vencidas. A guerra contra nós mesmos é tão difícil quanto qualquer outra, porém esta vitória é muito mais doce, já que todas as partes de mim estão, neste exato momento, juntas, comemorando. É a bandeira branca do ego - hora de me reconhecer grande guerreira e me abraçar, finalmente, campeã, digna de prêmio e pódio. E "que seja infinito enquanto dure".
quarta-feira, 27 de abril de 2016
segunda-feira, 11 de abril de 2016
E ZAZ!
E como uma música que encantasse a serpente, a realidade, por hora gentil, finalmente a despertara, fazendo com que ela dançasse ainda que meio desajeitada, porém atenta ao compasso. Há muito ela já esperava pelo sinal que a faria mexer-se para e na vida novamente. E estava orgulhosa, a despeito dos boicotes que se auto-impunha. Não. E sim - era uma vencedora de si. Não fugia à luta.E cada batalha só lhe servia a encher-se de mais e mais esperança.Dançando como uma serpente antes catatônica frente ao cavalo bravo da vida. Um girassol no chão árido que só uma esquizoflor grata à oportunidade conhece bem florescer.
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